terça-feira, 29 de abril de 2014

Componentes:

Jéssica Sampaio
Laise Canário
Luan de Oliveira
Nícolas Aquino
Welligton Coutinho


Com materiais (palito de picolé e cola PVA) e sistema de estrutura (treliças) definido, durante a semana, a Equipe Tetris fez uma pequena reunião com a finalidade de definir qual modelo seria adotado na execução da ponte. Após discussões e troca de ideias chegamos a dois modelos:



 O desenho dos mesmos foi passado para o AutoCAD com as dimensões previstas afim de que sejam melhores analisados e assim chegar a uma escolha final.

Tendo em vista o andamento do projeto, a equipe também atualizou o cronograma de trabalho.

Cronograma atualizado

Outra data de reunião será definida ao longo da semana, para que outras decisões sobre o projeto sejam tomadas.

segunda-feira, 28 de abril de 2014



UPDATE SEMANAL: EQUIPE TRIFORCE




Cronograma.





Reunião sobre comandos do FTools.

Equipe Ponte Aérea - I

1. Objetivo

     O trabalho consiste no planejamento e construção de uma ponte de palitos de picolé com vão livre mínimo de 70 cm e largura mínima de 20 cm para a disciplina de Metodologia Científica do curso de Engenharia Civil da UFBA do semestre 2014.1.

2. Equipe

Carolina Bastos
Edgard Mendes
Felipe Viana
Felippe Pamponet
Lucas Marques
Pedro Araújo

3. Planejamento

     Para dar início ao trabalho, foi feito o planejamento de todas as etapas necessárias para a construção da ponte. As seguintes etapas foram mapeadas:
  • Estudo de Materiais e Execução

          Nessa etapa será realizado o estudo dos materiais utilizados, suas quantidades, das ferramentas necessárias e serão analisadas as melhores formas de construção da ponte, considerando como será feita a união dos palitos para que suporte um peso maior. Aqui serão elaboradas as micro etapas da Execução do projeto.

  • Planejamento Financeiro

          Após o estudo dos materiais vamos definir o quanto gastaremos para executar o que foi pensado. O principal objetivo desta etapa é que na hora da execução não haja desperdício, nem falta de materiais.

  • Aquisição dos Materiais

          Compra dos materiais que serão utilizados. Palitos e materiais de junção de acordo com o estudo previamente realizado (cola, etc).

  • Execução

         Na etapa de Estudo de Materiais e Execução será realizado um cronograma mais detalhado da parte de Execução com as etapas de construção.

3.1. Cronograma

     As etapas mapeadas no Planejamento foram organizadas dentro de um cronograma para que a equipe pudesse se organizar para entregar a ponte dentro do prazo. 

Segue o cronograma com as datas e tempo de execução do trabalho.


     Pelo cronograma estaríamos fazendo o planejamento financeiro do projeto, porém a etapa de Estrutura da Ponte ainda não foi 100% definida, o que tirou nosso projeto do cronograma. A equipe irá apressar as atividades para entrar no cronograma.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Etapas de construção - Equipe Ponte Nova


Procedimento adotado para execução do projeto
 A equipe após realização de brainstorm buscando a melhor forma prática de realização do projeto proposto estipulou a seguinte sequencia lógica de desenvolvimento do projeto:

1-  Realização de estudos sobre a ciência de construção de pontes;
2-  Modelos de treliça;
3-  Estudo dos materiais;
4-  Esboço da ponte;
5-  Desenvolvimento do primeiro protótipo;
6- Análise das dificuldades encontrada no desenvolvimento do primeiro protótipo;
7- Redesenho do projeto;
8- Desenvolvimento de melhores métodos para montagem da ponte (gabaritos e dispositivos);
9- Confecção de um novo protótipo
10-  Análise das dificuldades encontrada no desenvolvimento do segundo protótipo;
11-  Teste de carga do segundo protótipo;
12-  Análise dos resultados do teste de carga;
13-  Definição de um modelo final de ponte;
14-  Confecção de gabaritos e dispositivos para montagem do protótipo final;
15-  Montagem final;
16-  Entrega da PONTE NOVA!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Pontes - ABM

OBJETIVO DO PROJETO :
 Construir um modelo de ponte treliçada que já esta á previamente
projetada. Quando terminada a etapa construção, iremos testar a ponte para determinar se realmente atende as especificações do projeto, suportando a carga previamente estabelecida. Durante a construção e teste de sua ponte, podemos observar como uma
estrutura trabalha, como cada um dos vários membros componentes da ponte age sob pressão ou compressão, e a função de cada cálculo para que a ponte suporte eficientemente o peso estabelecido.
 
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM :
 
Elucidar o quê é uma treliça
Identificar os principais componentes de uma ponte treliçada.
Identificar os vários tipos de pontes treliçadas.
Explicar os seguintes conceitos fundamentais de engenharia estrutural
:força, carga, reação, equilíbrio, tração e compressão.
Explorar como uma ponte treliçada trabalha (como cada componente individual contribui para que toda a estrutura trabalhe bem e possa suportar o carga.).
Ver como a qualidade de construção afeta o desempenho da estrutura. 
Design na engenharia civil.


Cronograma :

22 e 27 de abril começar a montagem , já que os materiais já foram definidos e a forma de montagem.

Custo inicial  : 10 a 15 reais.

Utilização do programa Tolls se necessário.

Link útil : http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2003-1/pontes/Viga%20Trelicada.htm
 
 
 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

EQUIPE TR3LIÇA


Ø  COMPONENTES

Juliana
Larissa Pereira
Luza Monica
Marjorie Tarcila
Priscila Naiara

Ø  PROPOSTA

Projetar um protótipo de uma ponte treliçada com bambu, palitos de picolé e sisal. As dimensões de 70 cm de vão livre, 20 cm de largura, com a altura ainda a definir de acordo com a evolução do projeto.
Inicialmente será projetada para receber uma carga máxima de 30 quilogramas.

Ø  OBJETIVO
Trabalhar em equipe com a finalidade de cooperar para realização do projeto da ponte, desenvolvendo a criatividade e visão empreendedora da engenharia.

Ø  CRONOGRAMA

Ø  INSPIRAÇÃO



Operários numa localidade do sul da China montaram em apenas 10 dias uma ponte de bambu que poderá ser usada por veículos de grande tonelagem, e que foi inaugurada com a passagem de um caminhão de oito toneladas, segundo informou hoje a agência estatal "Xinhua".


A construção fica no povoado de Daozi, na província de Hunan, no sul da China. Ela tem 3,4 metros de largura e nove de comprimento. É a primeira ponte de bambu no mundo a ser usada para o tráfego de veículos, de acordo com a informação.


No aspecto, ela não é muito diferente das pontes convencionais de concreto. Apoiada principalmente em nove vigas de bambu, pode suportar até 90 toneladas e, segundo seus construtores, vai durar de 20 a 30 anos.


Coberta por placas de bambu, a ponte, reforçada com fibra de vidro, foi desenhada pela Faculdade de Engenharia Civil da Universidade de Hunan.


Xiao Yan, decano da faculdade, afirmou que a tecnologia pode baratear os custos de construção de infra-estruturas, especialmente em áreas rurais



FONTE:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL215831-5602,00-CHINA+CONSTROI+PONTE+DE+BAMBU+QUE+SUPORTA+ATE+TONELADAS.html

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Equipe Concreto Armado

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UFBA - Universidade Federal da Bahia


  Projeto elaborado como requisito parcial para conclusão da disciplina de Metodologia Científica sob a orientação do Prof. Doutor Roberto Bastos Guimarães.


v Integrantes:
        Amanda Ingrid, Gabriel Nunes, Tailânia Pires, Amanda e Gustavo.


As pontes são construídas para permitirem a passagem sobre algum obstáculo a transpor, seja natural ou artificial. Quando é construída sobre um curso de água, o seu tabuleiro é situado a uma altura calculada para permitir a passagem de embarcações com segurança sob a sua estrutura. Quando construída sobre um meio seco costuma-se chamar pontes de viaduto.
No início as pontes se limitavam apenas a qualquer elemento horizontal apoiado sobre dois blocos de terra das margens de um rio, mas com o tempo as necessidades se tornaram maiores e as pontes também. Os romanos do antigo império inventaram as pontes em arco, tão resistentes que algumas existem até hoje. Séculos mais tarde, os europeus que chegaram à América se deparam com as pontes de cordas fabricadas pelos incas; e hoje, com a facilidade da tecnologia, esses elementos não são mais apenas meio de transporte, algumas são tão importantes e belas que ocupam o lugar de maravilha da humanidade.
Uma ponte em viga moderna, por exemplo, provavelmente consegue alcançar uma distância de 60 m entre dois suportes, ao passo que um arco moderno consegue transpor de 240 a 300 m. Uma ponte suspensa, no auge da tecnologia de construção de pontes, é capaz de cruzar 2.100 m entre um suporte e outro. Tudo isso lidando com duas forças importantes chamadas de tração e compressão.
Compressão é uma força que age para comprimir ou diminuir o elemento sobre o qual está agindo. Quando a força ultrapassa a capacidade do objeto de resistir à compressão, ele entorta.
Tração por sua vez, é uma força que age para expandir ou aumentar o elemento. Em excesso sobre um objeto, ele pode rachar.
A melhor maneira de lidar com essas forças é dissipá-las ou transferi-las. Dissipar força é espalhá-la sobre uma grande área, fazendo com que nenhum ponto tenha de suportar o impacto da força concentrada. Transferir força é mudá-la de uma área de fraqueza para uma área de força projetada para recebê-la.


v Principais Tipos:

Uma ponte em viga é basicamente uma estrutura horizontal rígida apoiada sobre dois suportes, um em cada extremidade. O peso da ponte e qualquer tráfego que houver sobre ela são de inteira responsabilidade desses suportes. O peso vai diretamente para baixo. Suportes podem também dar apoio à viga durante toda sua extensão.
A parte superior da viga recebe a maior parte da compressão, ao passo que a parte inferior recebe a maior tração. Já o meio da viga quase não recebe nenhuma compressão ou tração. Se a viga fosse projetada com mais material nas partes superior e inferior e menos no meio, ela teria uma capacidade maior de suportar as forças de compressão e tração. É por isso que as vigas em "I" são mais rígidas do que as vigas retangulares.
A altura da viga controla a distância que ela pode atingir sem precisar de uma nova coluna. Ao aumentar a altura da viga, há mais material para dissipar a tração. Para criar vigas bem altas, são adicionadas a elas redes de apoio, ou tesouras. Essa tesoura de suporte adiciona rigidez à viga, aumentando bastante sua capacidade de dissipar tanto a compressão como a tração. Assim que a viga começar a comprimir, a força será dissipada por meio da tesoura.
Mas apesar da ajuda da tesoura, a ponte em viga ainda tem um limite de distância entre um suporte e outro. Conforme a distância vai aumentando, o tamanho da tesoura também deve aumentar, até chegar ao ponto em que o peso da ponte seja tão grande que a tesoura não pode suportá-lo.
Essas barras que se encaixam em formas triangulares chamadas de “tesouras” caracterizam a ponte de treliças e elas têm a capacidade de dissipar uma carga por meio de suas treliças. Por se tratar de uma variação de um triângulo, elas formam uma estrutura bastante rígida e que transfere a carga de um ponto único para uma área consideravelmente maior.
O segundo tipo é a ponte em arco e se trata de uma estrutura semicircular com suportes em cada uma das extremidades. A estrutura desvia naturalmente o peso da ponte e as forças de compressão que ela está sujeita para os suportes. A tração em um arco não é importante e pode ser descartada. Quanto maior for o grau de curvatura, no entanto, maiores serão os efeitos da tração na parte de baixo.
O formato do arco por si só é tudo o que é necessário para dissipar, de maneira eficaz, o peso do centro em direção às pilastras. Assim como a ponte em viga, porém, os limites de tamanho eventualmente ultrapassarão a capacidade natural do arco.
Por fim, o terceiro tipo é a ponte suspensa, aquela em que cabos são pendurados e a plataforma fica suspensa nesses cabos, que por sua vez são pendurados em torres distribuídas pela extensão da ponte e são as responsáveis por sustentar a maior do peso da plataforma.
A força de compressão é exercida para baixo sobre a plataforma da ponte suspensa, mas os cabos transferem a compressão para as torres, que dissipam essa força diretamente sobre o solo em que estão fixadas.
Os cabos de sustentação, indo de um ancoradouro ao outro, de onde se fixam no solo, são os responsáveis pelas forças de tração já que são esticados para suportar o peso da ponte e de seu tráfego. Os ancoradouros também estão sob tração, mas já que eles, assim como as torres, estão presos com firmeza no solo, a tração que eles sentem acaba sendo dissipada.
Quase todas as pontes suspensas têm, além dos cabos, um sistema de tesoura de sustentação sob a plataforma. Isso ajuda a enrijecer a plataforma e a reduzir a tendência da via de oscilar e se movimentar. Esse tipo de ponte também pode apresentar os cabos pendurados por uma única torre, sendo chamada de ponte estaiada.