Um
grupo composto basicamente por futuras engenheiras buscou inspiração nas
pioneiras da engenharia para definir o nome da equipe que irá confeccionar uma
ponte com estruturas formadas por unidades triangulares. Dessa forma, nos norteamos nas três mulheres
que mais se destacaram no pioneirismo da atuação feminina no ramo da Engenharia
Civil. Por alguma coincidência essas três grandes mulheres tinham seus nomes
iniciados com a letra E.
foi a norte-americana Elizabeth
Bragg, graduada em engenharia civil em 1876 pela Universidade da Califórnia em
Berkeley.
Porém, foi outra norte-americana a primeira a atuar, de fato, na
engenharia e ser reconhecida por isso. Em 1872, mesmo sem ser diplomada, Emily
Warren Roebling assumiu a construção da Ponte do Brooklyn, após seu sogro e seu
marido, respectivamente o projetista e o executor da obra, terem de abandonar
os trabalhos, incapacitados por graves acidentes. Sob a orientação do marido,
Emily havia estudado matemática superior, cálculos e todas as especificações da
ponte. Ela supervisionou a obra durante 11 anos até sua inauguração, com grande
alarde, em 1883.
No Brasil, a primeira mulher a se formar em engenharia foi Edwiges Maria Becker, em 1919, pela Escola Politécnica (RJ)."
No Brasil, a primeira mulher a se formar em engenharia foi Edwiges Maria Becker, em 1919, pela Escola Politécnica (RJ)."
(http://www.sengedf.com.br/mulheres2.html)



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